Transporte coletivo de Campo Grande: Nova empresa terá que apresentar plano de melhorias.

Agetran exige da Expresso Mato Grosso do Sul plano robusto com novas frotas e tecnologia para assumir transporte em Campo Grande, após impasses com Consórcio Guaicurus.
Agetran exige da Expresso Mato Grosso do Sul plano robusto com novas frotas e tecnologia para assumir transporte em Campo Grande, após impasses com Consórcio Guaicurus.
Foto: Maya Severino / Campo Grande News

Desafios Atuais do Transporte Público na Capital

A capital de Mato Grosso do Sul enfrenta um momento decisivo em seu sistema de transporte coletivo, marcado por impasses com o Consórcio Guaicurus, atual concessionário. A situação se agravou com o pedido de recuperação judicial da Viação Campo Grande, uma das empresas que compõem o consórcio. A Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos (Agetran) e a Prefeitura de Campo Grande têm manifestado insatisfação crescente com a qualidade do serviço prestado, alegando deficiências que comprometem a mobilidade urbana e a experiência dos usuários no dia a dia.

Exigências para a Assunção de Nova Operadora

Diante do cenário de crise, a Expresso Mato Grosso do Sul, terceira colocada na licitação de 2012, foi convocada a apresentar uma proposta para assumir a concessão. Contudo, a efetivação do contrato está condicionada à entrega de um plano de trabalho considerado ‘robusto’ pela administração municipal. As exigências incluem a renovação significativa da frota de veículos, a implementação de tecnologias modernas para gestão e acompanhamento, e melhorias substanciais na qualidade do atendimento aos passageiros, visando aprimorar toda a operação do transporte coletivo na cidade.

Futuro do Serviço e Qualidade Prioritária

A prefeitura reitera que a aprovação do plano da Expresso Mato Grosso do Sul será rigorosa, com foco intransigente na garantia de um serviço público de excelência para a população. Caso o plano não atenda às expectativas e critérios estabelecidos pela Agetran e pelo poder público municipal, a alternativa será a abertura de um novo processo licitatório para a concessão do transporte coletivo. A medida visa assegurar que os futuros operadores estejam plenamente capacitados e comprometidos em oferecer uma solução eficiente e moderna para as demandas de mobilidade urbana de Campo Grande.

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