Uma nova pesquisa de intenção de voto para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), divulgada nesta semana, coloca o atual presidente da Casa, Gerson Claro, na liderança das citações. O levantamento, realizado de forma espontânea — onde os eleitores indicam os nomes sem que uma lista seja apresentada —, reflete o cenário de pré-campanha para as eleições de 2026 e aponta para uma forte tendência de continuidade, mas também para o surgimento de novas forças políticas.
Gerson Claro tem colhido os frutos da visibilidade à frente do Poder Legislativo e da articulação política entre os municípios. O seu nome aparece com vantagem numérica em relação aos demais concorrentes, consolidando a sua base eleitoral tanto na capital, Campo Grande, quanto no interior do Estado.
Destaques do Levantamento
A pesquisa revela um quadro heterogéneo para as 24 cadeiras da Assembleia:
- Liderança Consolidada: Gerson Claro mantém a primeira posição, impulsionado por uma gestão focada na aproximação da ALEMS com as demandas regionais.
- Veteranos e Reeleição: Nomes já conhecidos da política sul-mato-grossense, que ocupam cadeiras atualmente, figuram nas posições seguintes, demonstrando que o capital político acumulado em mandatos anteriores continua relevante.
- Novas Forças: O levantamento também indica a entrada de vereadores de grandes polos, como Campo Grande e Dourados, que tentam alçar voos maiores em 2026, além de lideranças do agronegócio e do setor de serviços.
“A pesquisa espontânea neste estágio é um termómetro importante do recall político. Ela mostra quem está a conseguir manter o seu nome no imaginário do eleitor antes mesmo do início oficial das campanhas”, avaliam especialistas em marketing político.
Cenário Político em MS
A movimentação para a Assembleia Legislativa é estratégica para os partidos, pois serve de base para as disputas majoritárias (Governo e Senado). A liderança de Gerson Claro também reforça o peso do seu partido nas negociações de coligações e alianças para o próximo ciclo eleitoral.
Embora os números sejam favoráveis ao atual presidente, o cenário ainda é considerado embrionário. Analistas alertam que o alto índice de indecisos — comum em pesquisas espontâneas para cargos proporcionais nesta fase — deixa margem para grandes alterações até o dia da votação. O registro oficial da pesquisa seguiu todas as normas estabelecidas pela legislação eleitoral vigente, ouvindo eleitores de diversas regiões de Mato Grosso do Sul.




